terça-feira, julho 26

Negro Val (Portfólio Virtual)





Aqui estão cerca de 70 trabalhos que considero importantes na minha carreira profissional como artista e produtor de cultura brasileira. Antes assina como Valdemar Santos, atualmente me chamo Negro Val, entre as questões que me fizeram mudar de nome, foi a valorização da minha raça negra e um marco para um novo ciclo que se incia na minha vida, com a mudança do Piauí para do Distrito Federal e também com a chegada dos 40 anos de vida.

Um ciclo importante no quesito do amadurecimento profissional e autonomia artística. Estou maduro o suficiente para me direcionar de forma profissional e autossuficiente para fazer da minha arte minha vida.

segunda-feira, março 7



AVISO AOS TERESINENSES: Dia 11 de março às 19h, no Teatro Torquato Neto. Teresina-PIAUÍ
Apresentação do Espetáculo Solo "Danço porque não sei voar"
Valdemar Piauí, depois da temporada em Brasília no Festival Internacional NovaDança, o bailarino apresenta pela primeira vez "o solo Danço porque não sei voar", em solo piauiense.
Sobre o Trabalho: Em forma de poesia do corpo fala sobre as tentativas de voo, de um bailarino do interior do Piauí. A coreografia é resultado da busca de uma assinatura corporal que abrangesse uma necessidade de sintetizar uma vida inteira dedicada á dança. A fala é o elemento de ligação entre os acontecimentos. Comemora 20 anos de carreira e 40 anos de vida.
R$ 20, estudantes e artistas pagam só meia entrada.

quarta-feira, fevereiro 24

O Movimento Ocupa o Teatro Nacional nasceu da necessidade, de pressionar o governo do Distrito Federal, para adotar uma postura que solucione a questão, do Teatro Nacional Claudio Santoro está fechado há 3 anos, sem previsão de reabertura.

É um grupo formado por artistas, estudantes e produtores culturais que se organizaram para realizar atividades culturais no Entorno e Estrutura do Teatro Nacional.

A primeira atividade aconteceu dia 20 de fevereiro, e reuniu cerca de 50 pessoas. Na ocasião foi definida a próxima ocupação que acontecerá dia 19 de março às 17 horas. Os organizadores do evento, pretendem atrair mais pessoas. E elabora para isso, uma programação artística, que inclui aula de dança afro, encenação de teatro, cantorias e improvisações. Entre outras atividades, que visam agregar mais pessoas sensíveis com á causa.

O movimento busca também mobilizar pessoas a permanecerem acampadas(os) no entorno do teatro, para dar mais visibilidade ao movimento. Até que sejam assumidas as posturas resolutivas.

Dia 19 de março às 17 horas no Teatro Nacional Claudio Santoro.
#OCUPAOTEATRONACIONAL








NÃO DEIXE O TEATRO MORRER
NÃO DEIXE O TEATRO ACABAR
O POVO PRECISA DE ARTE 
E A ARTE É QUEM VAI NOS SALVAR

(NOSSO GRITO DE GUERRA)

terça-feira, janeiro 26

Dança Cadeirante





O projeto Dança Eficiente foi idealizado por mim (Valdemar Piauí) para promover a dança entre as pessoas com deficiência em 2007 em Teresina-PI.



Desde então realizamos um trabalho que valoriza o corpo e a pessoa com deficiência através da dança contemporânea. Aqui temos alguns trechos desses momentos de criatividade e vivencia corporal, apresentados na Mostra Piauí Dança que aconteceu no Teatro José de Alencar em Fortaleza-CE.



São mulheres que se entregam com a almo ao exercício de emocionar com singularidade dos seus corpos e a pureza das suas movimentações únicas.



É certamente um dos projetos que mais me dão orgulho, principalmente porque hoje a companhia continua trabalhando sua criatividade e sua arte com as próprias rodas.



É sem dúvida um grande marco na dança brasileira, por que inova trazendo para a cena artistas tão especias, que emocionam a todos com a beleza singular dos seus movimentos. E também a energia liberada quando vemos esse exercício de superação e pureza.



Obrigado Dança Eficiente por vcs existirem e acreditarem no meu sonho, que hoje é realidade.

domingo, janeiro 24

CARNA VAL

Sobre as delícias do "carnaval"

Posso garantir que em qualquer lugar, o carnaval é sempre igual. Sempre tem frevo, muita alegria, engraçadinhos, homens vestidos de mulheres. E o bloco carnavalesco "Sovaco da Asa" aqui em Brasília se assemelha ao Sanatório Geral de Teresina" "Caburé da Madrugada de Amarante" ou "Segura Coisa de Olinda" todos recheados de alegria e descontração.

O carnaval representa um momento profano, profético, patético.

É quando libertamos as fantasias. As alergias somem, faça chuva ou faça sol, lá estaremos consumindo essa alegria verdadeiramente brasileira, com alegrias vulcânicas. Milhares de foliões resistentes que mostram muito bem seus dentes e corpos, seus toques e suas angustias.

Carnaval é um período de delícias, de absurdos deliciosos, de um trabalho de equipe e sugestões. Quais chegarão ilesos quando a carnaval acabar? Ninguém. Pois é impossível sairmos sãos e salvos.

Entrem, peguem suas dispensas. Entrem! A culpa é nossa, o samba é nosso também. Está tudo liberado, vamos amar, cantar, sorrir, exaltar a alegria, vestir muitas fantasias e se libertar de um estado quase escravo para conquistar a felicidade.

Porque salvar vidas? Porque sorrir sem motivo aparente? Porque cantar em coro?

Porquê pra tudo, não existem resposta. As coisas não precisam necessariamente de exigências, de delinquentes. O carnaval é carnal, visceral, ancestral e surreal. É sempre igual em São Paulo, Amarante, ou em Belém. Se assemelham em Teresina, São Luís e no Harém.

O certo é que o carnaval começou e só não vai pro carnaval quem tiver muito mal.



















terça-feira, janeiro 19

Africano






OFICINA DE DANÇA AFRO

PERÍODO: dias 22, 25, e 29 de janeiro ás 18h
LOCAL: Usina. Quadra 01, Conj B, Lote 12. SofN Brasília DF

FACILITADOR: Valdemar Piauí tem formação em dança contemporânea, ballet clássico e danças populares. Natural do interior do Piauí, especificamente do Quilombo Mimbó. Atuou em diversas companhias e projetos nas capitais: Teresina, Belém, São Paulo, Rio de Janeiro, e atualmente vive em Brasília.

SOBRE A OFICINA DE DANÇA AFRO: Cada batida representa uma ligação com o passado, e com a movimentação do corpo guardam memórias. A dança afro tem base nos açoites dos tambores, que simbolizam as batidas do coração. Os tambores fornecem a vibração necessária para a execução dos movimentos, que chegam primeiro ao coração e se espalham por todo o corpo, com energia e força, que são as principais características dessa dança.
As danças Africanas expandem o conhecimento sobre a cultura dos negros e aprofundam a vivencia. Pois são aplicadas lições com a possibilidade de arquitetar o corpo para uma guerra, seja capitalista, cultural ou social. Através dos movimentos que são de ataque e defesa, somos fortalecidos a enfrentarmos os desafios da vida cotidiana com alegria e disposição.

OBJETIVOS: Na prática vamos aprender a ver o corpo que dança, como um corpo que revela sexualidade, formas de andar, modos de ser. Uma forma de olhar o corpo negro no país. São manifestações que revelam uma cultura, que preserva os valores dos africanos e indígenas. A circularidade é uma posição que desperta respeito e igualdade. Na roda estamos todos no mesmo nível hierárquico. Por isso muitas danças africanas se desenvolvem em circulo, como o samba, o jongo e a capoeira. Isso é importante, pois quando estamos numa roda, nos colocamos de forma a olhar para os outros e os outros olharem para nós, e saberemos o que estamos fazendo ao mesmo tempo. E dentro da roda existe a energia vital que chamamos de axé.


JUSTIFICATIVA: Dependendo da forma como essa manifestação é apresentada e como a expressão corporal se estabelece, podemos contribuir para minimizar o racismo, pois apresentamos a manifestação com sua riqueza e inteireza. Nesse caso é transmissão de conhecimentos históricos que passam a fortalecer o respeito às atividades de matrizes africanas.

sábado, dezembro 26

Wanya Sales do Caldeirão do Huck

2015

Valdemar Piauí

Sou bailarino, coreógrafo, professor, pesquisador, diretor fundador da Organização Ponto de Equilíbrio (Teresina-Piauí), fundador e vice-presidente da Associação Cultural dos Amigos de Amarante (Amarante-Piauí). Ações desenvolvidas no Piauí, e que por meio delas me conecto com minhas raízes e contribuo de alguma forma, para o desenvolvimento da cultura piauiense.

2015 pessoalmente foi um ano de mudanças, abstruso, ano que me possibilitou chegar a muitos limites de mim mesmo. Vivo nesse momento um estado de adaptação aqui em Brasília (farei dois anos que cheguei aqui em julho). Uma mudança assim precisa de tempo para se concretizar, e tenho aproveitado esse tempo para me aprofundar em mim mesmo, para chegar nesses limites e usufruir de uma sensação necessariamente pessoal, que me fortalece enquanto humano.

Muitas vezes, como artistas, nós nos distanciamos do lado humano, somos “quase” desumanizados, é uma contestação minha. Vários fatores eu considero, o mais grave deles em termos profissionais pra mim, é a estabilidade, algo muito raro na profissão do artista. E quando a economia não anda bem, certamente a consequência é maior para nós. Ser artista sempre foi e será uma profissão complexa, pois, em muitas situações somos negligenciados, e nosso oficio se confunde com outras atribuições, ou ainda são consideradas de menor valor financeiro. O poder público ainda é o grande mantenedor da cultura no Brasil, e fomos alimentados a só consumir cultura se for de graça. Mesmos os artistas preferem uma cortesia ou mesmo só vão a eventos que tenham entrada gratuita. Isso também é cultural. E por outro lado os artistas bem sucedidos (o que não significa ser mais talentoso) esbanjam e ostentam vidas dignas de grandes empresários, muitos artistas são “empresas” e empregam milhares de outros artistas e técnicos. Isso confunde a cabeça da população geral que: ou pensa que todo artista é rico, ou acha que todos são bem pagos ou ainda acham que só são merecedores de pagamentos os que estão na globo.

Quis dizer tudo isso pra tocar em outra questão importante para qualquer um de nós, que é o “planejamento”. Sem ele não conseguimos nada, nadamos e morremos na praia, ficamos a ver os navios passarem, e não tomamos as rédeas de nossas carreiras. É importante valorizarmos essa etapa e destinar um tempo para o planejamento. Isso é fundamenta para quem busca se firmar e se manter com dignidade dentro desse mundo cada vez mais capitalista. Onde para vivermos e até mesmo trabalharmos, nós precisamos de estruturas e de aparato tecnológico, cada vez mais complexo e com alto valor de manutenção.

Em Brasília sou Presidente-Fundador da Micro Empresa Individual Equilíbrio Cultural. Uma empresa que entra no mercado de produção de cultura no Distrito Federal, e com muito planejamento vamos desenvolver um trabalho de transformação social por meio da cultura, no Brasil. Posso garantir isso, tendo como experiência toda minha vida. Em todos os lugares onde vivi, procurei exercer da melhor maneira minha missão de produzir cultura e conhecimento. E aqui em Brasília não tem sido diferente, pois embora seja a capital do Brasil e com apenas 55 anos de existência. Brasília é uma cidade muito carente de cultura, como todas outras do Brasil que não sejam Rio de Janeiro e São Paulo.

Aqui no Distrito Federal a cultura também vive a míngua, acontece eventualmente, e como em todo lugar, tem poucos projetos com muitos “destaques” e que embora isolados, causam muitas melhorias onde atuam. Brasília por exemplo, o Teatro Nacional está fechado para reforma já faz três anos. Nos últimos anos perdeu a Casa Estatal de dança e muitos outros espaços para a formação de artistas por falta de manutenção. A Faculdade Dulcina de Moraes está preste a ser fechada por falta de incentivo. Concluo nesses muitos anos de carreira que não é nada fácil fazer cultura, seja aqui, seja em Amarante, seja em Teresina, claro que em cada uma dessas cidades existem suas glórias, e que assim como em qualquer outro lugar do mundo, tem o mesmo apelo humano do qual quero mesmo falar aqui. O fato de a arte me possibilitar contatos, isso vem me alimentando a cada dia, a cada nova conversa, a cada novo espaço que ocupo, a cada nova oportunidade que me surge. Como por exemplo a possibilidade de criar uma turma de Dança Afro no Espaço Usina. Ou mesmo as aulas de Ritmo no Espaço Imaginário. Entre o que se concretizou em 2015 posso falar das aulas de Dança na Academia New Life (Cruzeiro Novo), o acesso ao Conselho Gestor da Associação Desportiva e Cultural Superar (Samambaia-DF). Professor de Dança da ONG Grupo Pellinsky (Cruzeiro Velho-DF). Entre muitas possibilidades que vislumbro para o ano que já se inicia. Uma coisa é certa, preciso de mais planejamento e ação, pois essas são, sem dúvida, as condições exatas para qualquer voo.


Pela falta de planejamento passei o meu primeiro natal da vida fora da minha cidade natal: AMARANTE.







sábado, dezembro 12

Ontem tive a oportunidade de trabalhar na equipe técnica da “FESTA ESPETÁCULO: FANTASTIQUE”, Que aconteceu na Usina, localizado no SOFN. Q1, CB, L12 Brasília DF. Uma festa de pura sensualidade, e diria mais, de muita entrega e ousadia. Fiquei encantado com a proporção do evento e o envolvimento do público, que me pareceu ser bem cativo pois, a festa acontece uma vez por mês.

Fui surpreendido com os números artísticos já no ensaio técnico, onde são marcadas luzes, sonoplastia, e palco. No ensaio que aconteceu à tarde, eu já pude sentir que se tratava algo forte e adulto, que todos gostam e que geralmente não temos disponível: sensualidade. 

É um espetáculo artístico antes de tudo e tem direção geral e concepção de Giovane Aguiar, que também faz um ótimo mestre de cerimônias. É um espetáculo que envolve dança, teatro, circo, canto, isso dentro do universo de sensações e possibilidades, quando se trata de sensualidade. As cenas são bem picantes, chegando às vezes ao limite, beirando o pornográfico. Só que como falei, trata-se de um trabalho com extrema sensibilidade artística, uma obra de arte.

Existem vários momentos de pico na festa-espetáculo, e o envolvimento em relação com o público é bem interessante e necessário, pois as pessoas participam em dois divertidos concursos. Tudo com muita sutileza, extremo bom gosto e humor. Foi uma noite agradabilíssima, pois, além de começar a me aproximar do espaço como  a Usina, que é de fato um local que faz a diferença no requinte a questão artística, pude conhecer e trabalhar nesse belo trabalho. 

Na USINA funciona um teatro e estúdios de arte com aulas de dança, circo e muito mais. Convoco as pessoas, e principalmente os artistas do Distrito Federal e do Brasil a se apropriarem do lugar, de forma a consumir a cultura e arte produzida ali dentro. Obrigado Geovane pela oportunidade, e espero termos outros momentos culturais e profissionais pra compartilharmos em breve.













Janeiro de 2016 tem mais...

terça-feira, agosto 16



"O PRÊMIO KLAUSS VIANNA Á CONCEDIDO AOS GRUPOS EM ÂMBITO NACIONAL QUE CONSEGUEM DESTAQUE PELA EXCELÊNCIA DE SEUS TRABALHOS. É A FORMA QUE A FUNARTE ENCONTROU PARA VALORIZAR E PATROCINAR INICIATIVAS DE GRUPOS COM DESTAQUE EM TODO BRASIL. ESSA É A QUARTA EDIÇÃO QUE ENTRE OS CONTEMPLADOS TEMOS REPRESENTANTES DO PIAUÍ" 






A FUNARTE, por meio do prêmio Klauss Vianna, possibilita ao Grupo Art Dança e a Organização Ponto de Equilíbrio realizarem 100 (cem) apresentações de um espetáculo que conta os anos de trabalho e dedicação dessa trupe de artistas chamada “Art Dança”, que se dedicam ao fomento e exercício da cultura de Teresina, em especial a zona norte.

As apresentações serão distribuídas em dez bairros: Acarape, Mafuá, Mafrense, Poti Velho, Matadouro, Aeroporto, Buenos Aires, São Joaquim, Real Copagri e Mocambinho. O projeto comemora os dez anos de existência do grupo, que surgiu de uma oficina de dança realizada em 2000 pelo arte-educador Francisco Moreno e que hoje é uma companhia consolidada e atuante no cenário local.

Em cada bairro serão atingidas dez ruas, pois é um fato ainda constante nessa região o hábito dos moradores sentarem as portas das casas para conversar com a vizinhança ou simplesmente ver a vida passar. Esse hábito despertou a idéia de levar a essas ruas o trabalho do Grupo Art Dança, que vem ao longo dos anos misturando o regional, o folclórico, o jazz e o contemporâneo em suas criações. Nesse projeto, idealizado e elaborado em parceria com a Organização Ponto de Equilíbrio, o grupo Art Dança mistura técnicas da dança, circo e teatro, construindo um musical contagiante que mescla a realidade do cotidiano do grupo, com um apanhado histórico da sua trajetória criativa, pensado para ganhar as ruas e, assim, dar mais visibilidade ao trabalho desenvolvido por uma década na região.

O grupo Art Dança e a Organização Ponto de Equilíbrio acreditam que dessa forma conseguirão construir um alicerce forte que projete por mais dez anos seu trabalho. Eles apostam na aproximação com a vizinhança como base para o fortalecimento do seu trabalho. Certamente a relação com a comunidade é fator importante para o reconhecimento profissional dos artistas.




GRUPOS PIAUIENSE QUE JÁ GANHARAM: BALÉ DE TERESINA, ESCOLA DE DANÇA NAÇÃO TREMEMBÉ, NÚCLEO DO DIRCEU E AGORA ART DANÇA.

DENTRE AS 600 PROPOSTAS NACIONAIS APRESENTADAS E AVALIADAS ESSE ANO, FORAM ESCOLHIDOS 40 E ART DANÇA FOI O REPRESENTANTE DO PIAUÍ A CONQUISTAR. 

O PROJETO TRATA-SE DA COMEMORAÇÃO DOS 10 ANOS DE EXISTÊNCIA E RESISTÊNCIA DO GRUPO ART DANÇA NA ZONA NORTE DE TERESINA. O PRÊMIO AGORA POSSIBILITA AO GRUPO CIRCULAR E MOSTRAR SEU TRABALHO A POPULAÇÃO ONDE RESIDE DESDE SUA FORMAÇÃO. 

O PROJETO FOI IDEALIZADO, ELABORADO E SERÁ EXECUTADO EM PARCERIA COM A ORGANIZAÇÃO PONTO DE EQUILÍBRIO.